3 de jun. de 2015

Podridão

Eu sou aquilo que você ama,
E você é aquilo do qual eu desprezo.
Tente, tente,
Tente muitas vezes me superar.
A natureza já deu o ultimato,
Você pode até tentar, mas nunca conseguirá,
Nem sou superior, mas as suas atitudes o fazem andar ao relento.

Compre, leia, se exercite,
Tampe essas olheiras,
Deixe o abdômen trincado.
Mas será que isso é suficiente?
A cara ainda continua feia,
Sua alma exala podridão,
Eu te olho e vejo vermes passando pelo teu corpo.
Seu corpo emite a inveja.
E isso me faz rir muito, horas e horas,
Eu devia ser bonzinho com você.
Concordo.
Mas é impossível, pois você é como uma barata,
Revive e faz questão de aparecer.
Já posso te notar pela sua feiura, não precisa gritar e etc...

Há um espaço muito grande entre a minha inteligência e as suas futilidades,
Eu sou o mestre e você ainda está no pré.
Seus amigos me olham torto, sei que você fala de mim para eles,
Mas esses seus amigos me fazem rir alto, pois são ridículos.
Estes gostam do interesse, assim como você, a solidão seria pior.
Eu tenho tudo que quero, Graças a Deus, e nunca precisarei recorrer ao relento,
Assim como você.

Apesar de tudo, não te odeio.
Mas tenho dó, pelo péssimo espécime que você se tornou.
Pela pessoa que está perdida na vida, as drogas fazem isso mesmo.
Eu tenho tudo em cima, e se você quiser ajuda, até que eu te ajudaria.
Acredito que cada um pode melhorar, se assim deseja.

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