comendo terra e me ralando todo,
não havia mais volta,
eu havia pulado sem medir consequências.
A minha dor me consumia
e não havia uma máquina do tempo.
Não havia nada que parasse essa angustia,
A escuridão me tragava para os meus maiores pesadelos.
Após o barranco, eu bati a cabeça,
meu sangue quente escorria lentamente pelo rosto,
e com ele se misturavam as minhas lágrimas,
o desespero era substituído por algo inexplicável.
Eu corria, mas não sabia para onde queria ir,
Eu gritava, mas apenas ouvia o eco em retorno,
Eu seguia por esse caminho, mas nada acontecia,
só as trevas permanecia.
Não tinha saídas, não havia portas...
meu sangue gotejava e ia perdendo os sentidos...
tudo rodava agora e não sentia mais o chão...
Eu cai, mas não sentia mais dor.
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ACESSE os textos anteriores da série: Sangue, Sangue II e Sangue III

