24 de out. de 2014

Sangue XV

Eu carregava um machado,
Caminhava até seu corpo,
Nada poderia te salvar naquele momento.
Minha mente estava diabólica,
A sua morte seria bem-vinda a todos,
E eu a executaria da melhor forma.
Acertei o cabo no teu queixo,
Isso te derrubou no chão e te deixou tonto.
Mais do que já é, acredito!
Em seguida, posicionei o corte em uma de suas pernas,
A cortei fora sem dó e nem clemencia.
Cortei seu pé e vi teu sangue jorrar ainda mais.
Isso me dava um certo prazer.
Não conseguia evitar um sorriso no canto da boca.
Vários cortes e seus braços e mãos estavam separados.
Você gritava, chorava e implorava por piedade,
Para que eu parasse
E assim atendi ao teu pedido,
A morte seria pouco para você,
Mas o teu sofrimento agora será eterno.

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Leiam todos os textos da série Sangue, a mais aclamada do meu blog: 
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