Eu sou a praga.
Eu sou o caos.
Sai do inferno para causar.
Eu estou aqui para semear a discórdia.
Tirem a roupa, tirem tudo, vão tirando.
Esse calor vem de mim, quero ver vocês suando.
Minha língua está sedenta por todos estes corpos,
E nada poderá me deter nesta noite.
Mostrem me o que vocês escondem aí por baixo de tantas roupas,
Me digam, o que vocês desejam hoje à noite? Posso realizar cada desejo,
As fantasias se misturando com a realidade e eu aqui, no meio de vocês,
Sedento pelos teus desejos mais obscuros.
Eu posso ler a mente de vocês e sei o que vocês querem,
E não haverá volta quando eu começar, não haverá saídas,
Vocês pensaram que eu fosse um anjo, delicado e meigo batendo as asinhas,
Mas eu sou um servo da desordem e do caos, e serei um diabinho esta noite.
Forçarei até o limite, até os gritos me tirarem do sério,
Eu quero que gritem o meu nome, pois quando eu começo eu não paro!
E podem vir chegando, pois os humanos querem o prazer e a luxuria,
E a carne de vocês hoje é toda minha.Leia os textos anteriores da Série Inferno: Vale Das Sombras (1), Inferno (2) e Condenado (3).
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