A ruína e a desordem estavam instaurados,
Agora que o garoto estava sedento pela discórdia e carregado pela maldade,
Nada o escapava e o caminho percorrido na Terra estava manchado pela desgraça.
Nenhum pecador era salvo e a humanidade poderia ter um fim.
A Morte era cautelosa e estava percebendo o monstro que havia criado,
O garoto se alimentava de tudo que era ruim, de todo o pecado.
Ela o chamou ao inferno novamente e colocaria um fim ao rastro de maldade,
E logo ele estava lá trajando um terno vermelho e uma rosa preta no bolso.
A Morte jogava cartas, predizendo o destino que ali se aproximava tão breve.
A foice de prata surgiu e apontou para o coração do jovem garoto,
E a Morte foi astuta em dizer que ali jazia um bom coração, onde a bondade se escondia,
Mas o sofrimento era tanto que a maldade o consumia por um todo,
Porém aquilo não deveria continuar. Aquilo devia cessar, pelo menos por agora.
O retorno do garoto era para o antigo Vale das Sombras, onde tudo começou,
Mas antes ele devia dizimar os pecados mais imperdoáveis e cumprir a sua missão.
A evolução é infinitamente necessária e nem toda a maldade é ruim,
Muitas vezes a maldade é necessária para que onde há escuridão... haja luz.Copyright © 2014
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