A Av. Paulista estava deserta e escura,
Carros abandonados e muito lixo tomavam conta de tudo.
O medo reinava e as pessoas estavam com medo do desconhecido,
Não havia esperanças.
Um grupo estava armado e preparado para desbravar a avenida,
A comida era escassa e a neblina dificultava identificar algo a distância.
A ação tinha sido planejada há semanas, nada poderia dar errado,
E todos cruzaram a avenida direto para um supermercado próximo.
O silêncio foi quebrado e todos congelaram, ouvidos atentos para o que se aproximava.
O som do galope era seco em contato com o asfalto e o coração de todos aceleravam,
Surgindo da névoa perolada surgiu uma cavaleiro com uma capa negra,
Empunhando uma espada e ele não tinha... cabeça!
O desespero foi geral e todos sacaram suas armas, dispararam diversas vezes,
Mas de nada adiantou, o cavaleiro cruzou o grupo e cabeças rolavam pelo asfalto,
O sangue jorrava pelo corpo caindo lentamente e o cavaleiro girou e se preparou,
O garoto franzino chorava ao ver todos caídos e o cavaleiro lhe arrancou a cabeça também.

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