4 de dez. de 2013

Diante da morte

Eu cai,
Me feri,
Me machuquei
Nos cacos de vidro espalhados pelo chão do meu coração despedaçado.

Não havia mais nada,
Não havia mais sentimento,
Mas havia dor e angústia,
Havia lágrimas e sofrimento.

Nem o tempo podia curar,
Nem o tempo remediaria esta tempestade,
Mas o tempo tentaria apagar estas memórias deste futuro incerto,
O tempo faria deste presente um passado amargo.

Eu tentei correr destes pesadelos,
Mas quanto mais eu corria, mas eu caia nesta escuridão,
correr de tudo e todos, correr para o infinito, pela rua,
até que sou atropelado.

Erros e arrependimentos,
A luz agora me alcançava lentamente e não havia retorno,
Essa foi a minha vida passando em frente aos meus olhos hoje,
Diante da morte.




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