Depois de tantas correrias,
achei um castelo com torres altas,
a escuridão ainda permanecia,
mas meus medos haviam desaparecido.
O que você quer de mim?
Este sou eu, não adianta eu dizer que não sou fraco,
eu tenho viajado para realizar meus sonhos,
mas a sua ânsia em me destruir tem nos consumido.
Eu não vou deixar você me fazer sangrar novamente,
apenas não desista, pois agora que te encontrei...
poderei fazer o seu sangue ser derramado,
pintarei as paredes da minha casa com ele...
Neste castelo, eu não sou rei e nem príncipe,
mas eu tomo as decisões que quero e desejo,
não adianta você temer, não existe um alarme,
a sua morte será bem vinda.
A violência que você propaga,
exterminou a boa vida que existia entre nós,
fechei o punho e acertei seu rosto,
seu sangue vermelho vivido escorria lentamente pelo teu nariz.
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Leia os textos anteriores da série: Sangue, Sangue II, Sangue III, Sangue IV, Sangue V e Sangue VI

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