onde bruxas cruzavam as arvores montadas em suas vassouras,
rindo e gargalhando
para atormentar a todos.
Feitiços cruzavam o céu,
as pessoas corriam desesperadas,
casas queimando e corpos em chamas,
a maldade era admirável.
Um som de tiro ecoou fazendo todos pararem,
a bruxa acertou sua face contra um tronco,
caindo esfacelada coberta de sangue negro
e a sua vassoura quebrada.
A bruxa se levantou,
arrumando sua cabeça em cima do pescoço quebrado,
seu sorriso denotava prazer em estar viva
e o autor do tiro apenas mirava.
Vários tiros...
e o sangue jorrava,
a bruxa sacou sua varinha
e o homem estourava.
Gargalhadas.
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Leia os textos anteriores da série: Sangue, Sangue II, Sangue III, Sangue IV e Sangue V
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