17 de mar. de 2013

Sangue

A chuva caia lentamente,
e eu estava sem ações em uma mesa de bar,
o tempo e o destino estavam entrando em consenso
contra mim.

Fui convidado a entrar pela porta do caos,
e nela fui servido com um belo jantar,
em que vi corpos se misturando,
e a minha vontade de sangue crescia.

Por um momento,
me vi matando, triturando e esmagando aqueles corpos,
me vi sedento pela destruição,
e não ia saber parar...

Mas não matei e não houve sangue,
tudo isso foi substituído por lágrimas,
e hoje eu tenho que conviver com as cenas e mais cenas,
passando pela minha mente...

Entre realidade e ilusão, o sangue combinava bem mais...
... com as paredes e o álcool em seu sangue.
Ah o amor, sentimento que nos causa felicidade e dor,
e que faz meus olhos ficarem vermelhos como o sangue...

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Esta obra é ficção e de nada tem haver com a realidade!



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