O vento soprava intermitente,
as folhas levantavam voo,
a terra era arrastada para o além,
as coisas já não eram mais como antes.
O tempo passava devagar,
a lua brilhava como o sol em uma noite quente,
tantas mudanças e tantos desapegos,
tantos mundos para se viajar.
A fronteira que havia entre o certo e o errado,
o lado do bem ou do mal,
as minhas vontades e os meus desejos,
cada coisa estava tomando seu lugar.
E é impossível parar o tempo,
dizer "chega" ou outra coisa qualquer,
pois nada para e a vida sempre continua,
e o certo e o errado já não existem mais...
7 de mar. de 2013
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