4 de fev. de 2015

Sangue XVI

A minha dualidade estava entrando em paranoia,
Eu não aguentava mais ser o bonzinho da história.
A minha maldade transbordava através do meu corpo,
Parecia a minha aura fluindo e atingindo quem estivesse perto.

Eu olhava para as pessoas,
Muitas eram boas e gentis, porém muito raras.
Mas haviam outras que faziam com que eu risse mentalmente,
Eu gargalhava vendo o papel de ridícula que elas faziam.

A minha imaginação ia além disso,
Eu me imaginava torturando cada uma delas.
Eu estava sendo perseguido onde quer que eu fosse
Por pessoas mesquinhas e fúteis.

Como eu não tinha para onde correr,
Me mantive sempre forte e calado, mesmo que às vezes eu as enfrentasse.
Mas quando a pessoa é má, fútil e mesquinha,
Pouco se pode fazer através do diálogo. Eu tinha que ver o sangue delas...


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"Pouco posso esperar,
pois mesmo que você tente me superar,
Eu sempre estarei a sua frente, mesmo que eu não queira."

Leiam todos os textos da série Sangue, a mais aclamada do meu blog: 
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