5 de jan. de 2015

Espinhos

O chapéu de palha voava pela estrada coberta de musgo,
O destino soprava os ventos para alterar tudo novamente.
Lá profundamente dentro da sua mente,
Eu estava como um fantasma andando entre os espinhos sem me ferir.

É impossível me esquecer, isso eu sei,
Mas não importa para onde você vá,
Não importa quão feliz esteja.
Eu estarei lá para te lembrar que a sua maldade não serviu de nada.

Eternamente e para sempre,
Você lembrará do meu sorriso doce,
Dos nossos beijos com gosto de quero mais,
De tudo que perdeu por ser a pior pessoa que alguém pode conhecer.

Não há formas, não há maneiras de explicar,
O quão idiota você é... e é assim que te guardo em minha mente.
Todas as lembranças boas entre nós estão estampadas nas suas atitudes ruins,
Todas as lembranças ruins estão retratadas em meu desprezo.

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