28 de jan. de 2014

Nevoeiro

A nevoa perolada rodava pelo alto da montanha,
A neblina encobria tudo e dificultava a visão de todos.
A névoa se estendia até a minha mente, onde tentava ver o que viria,
Como em uma bola de cristal de uma vidente barata.

Eu desbravava o desconhecido e não conseguia enxergar,
Mas eu sentia que algo estava prestes a acontecer, não sou vidente,
Mas as coincidências do destino me indicavam cada vez mais estar certo.
Cada um sabe o que fazer em seu próprio nevoeiro?

Meus erros no passado não são nada admiráveis, mas isso não justifica,
Essa nevoa é agourenta e macabra, não trazia notícias boas,
O bruxulear das sombras me fazia arrepiar até o cabelo na nuca,
Mas não estava com medo, estava usando essa previsão ao meu favor.

Diferente de qualquer outra situação, eu não me importo,
Sempre quando senti essas sensações, eu deixei rolar,
Não importa as consequências que irão custar, se é o destino, ficarei de pé assistindo,
E esperando o que tiver que acontecer, de fato, ocorrer!


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